sábado, 6 de setembro de 2003

uma musica do genesis um cigarro e voce do lado

ah meu querido
pare de besteira.
se desamarre.

vamos ficar de folga hoje?
apaga a luz, liga o som, acendo um incenso, um cigarro e deite aqui.

nao me julgue
nao me xingue
nao me pressione
me apreveite hoje, eu quero ficar com voce

segunda-feira, 21 de julho de 2003

eu nao brinco mais

voce me parece aflito.
eu disse que nao era pra me amar
voce me parece outra pessoa
eu disse que nao era pra me amar

eu ja nao sei mais o que fazer com amor
nao me de amor
eu na nao sei mais o que fazer com voce
nao me de amor

eu me culpo por muitas coisas
eu me sacaneio no amor
nao me de amor

vamos brincar de outra coisa?

sábado, 7 de junho de 2003

cheiro de manha pela manhã.

A malícia que desenvolvo para me deitar nos seus braços
deveria ser mais natural.
Eu chego nem dormir para aproveitar cada pedaço seu.

Gosto de dormir com você.

quarta-feira, 16 de abril de 2003

meus olhos falam, basta!

Se é amor precisa ser falado que é amor?
como um pote e um rótulo?

Não basta olhar para mim e ver o brilho nos meus olhos?
Não basta me abraçar e sentir minha respiração descontrolada?
Não basta segurar minha mão e sentir que ela serve na sua?
Não basta ir embora e olhar para tras e ver que sentei triste?

Se é amor não pode ser diferente.

Eu preciso dizer mais do que os gestos?

Vamos rotular, se assim voce se sente mais amado.

Estou pintando corações num pote e escrevo nele "Eu te amo"
Guarde e não o quebre.

domingo, 22 de dezembro de 2002

eu não quero o amor de novo, longe de mim!

Eu posso estar maluca
medicamentos mudam nossa visão?
mas eu sinto que me olha diferente.

Posso estar confundindo ou melhor que não.

De repente me deu vontade de deitar e ser abraçada por voce
Manter os olhos fechados e nossos corpos juntos

Medicamento nenhum coloca isso na cabeça de alguem
Talvez eu esteja sentido aquilo de novo mais uma vez.

sábado, 16 de novembro de 2002

bulímica

Falando sobre minha doença abertamente eu digo que preciso de ajuda.
Não tenho controle, peco por gula.
Não tenho controle, não aceito meu corpo.

Vai apontar o dedo na minha cara?
Vai me seguir quando eu for para o banheiro apenas fazer xixi?
Vai cochichar com seu grupinho de otárias quando eu passar?

Eu ja não escondo minha doença, mesmo porque nesse momento seria hipocrita.

Mas digo, voce não tem nada com isso.
Sou bulímica eu vou lutar contra ate o fim.

Guarde seus esculachos para algo mais banal com doença não se brinca!

sábado, 19 de outubro de 2002

meia de seda

Eu me colocaria num casulo
de bicho de seda
Só para não te ver mais
E digo, nunca mais.

Seu nome me da arrepios
nada bons
Sua música me da enjoos
nao gosto mais

O que eu sentia por voce
era tão macio e cintilante,como a seda.
O que eu não sabia é que era frágil tambem.

Rasgou.
Não tem remendo!