terça-feira, 21 de dezembro de 2010

poucos amores

Carolina Campos
Contradição é o forte dessa menina.

Não confia em ninguem e se entrega inteira, como pode?
Tem cara de poucos humores, poucos amores.
E é tão chorona, bobona, carente, doente.

Melhores amigos se tornam piores, assim ...
como uma mudança de tempo.

É carolina, abraça o mundo de novo, abraça...

domingo, 19 de dezembro de 2010

odeio.

Odeio!
Odeio final de qualquer coisa que começou na minha vida.
Porem adoro o novo, o cheiro do "que sera que vai acontecer"
Odeio final de ano, mas eu amo, porque um novo começa, e eu sinto que tudo vai melhorar pra mim!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

devo me preocupar?

Quando sente saudade de uma pessoa que não é proxima
tem algo de subliminar?

Mas é que hoje eu senti vontade de ouvir a voz de uma pessoa.
Não é que não devia... simplesmente não tem porque dessa vontade.

Lembrei do sorriso, e das bobagens.
E deu vontade, só de ouvi-la

sexta-feira, 21 de maio de 2010

sábado, 17 de abril de 2010

cada vez mais robô.

Para você é mais fácil rir do que me faz mal
Não apenas rir comigo de uma coisa que nos faça realmente rir
Para você é mais fácil me agredir de todas as formas
Não apenas pedir desculpas e deixar claro que não tinha intenções de machucar a mim.

Para você só existe espelhos por todos os cantos.

É mais fácil me levar para passear onde sabe que eu tenho pavor
Assim terás controle a todo momento
É mais fácil fazer com que eu acredite que eu não sou boa para ninguém
Assim terás subsídios para me fazer sofrer
É mais fácil me tratar como um robô quase humano
Assim terás monopólio das minhas ações

Olha .

Talvez eu seja pior que voce, realmente.

terça-feira, 13 de abril de 2010

atuar é meu lado sadio.

Foi-se o tempo em que olhar nos meus olhos era a tradução do que tinha por dentro, estou remediada.

Eu não sei jogar, mas vou aprender.

sexta-feira, 12 de março de 2010

quando não se cura.

Estou de volta trocando dias pelas noites.
Eu adoro a noite, o silêncio.
O escuro, eu adoro ouvir meus pensamentos.

Estou de volta adoecendo da pior maneira, sem querer cura.

E eu me analiso.

Talvez eu prefira a noite porque o silencio é meu
Não divido com ninguem
nem as horas, nem meu pensamento.

E eu me analiso.

A gula tem me feito uma pessoa fraca.
Parece que não tem cura.