Eu adorei brincar esse tempo todo
de ser Pam e voce ser meu Jim.
As bebedeiras, as viagens, as bizarrices, os surtos, as brigas em público, as juras de amor.
Voce foi longe demais.
Eu te perdi e voce me perdeu.
This is the end
Beautiful friend
This is the end
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the end
Of everything that stands, the end
No safety or surprise, the end
I'll never look into your eyes...again
sábado, 22 de dezembro de 2001
sexta-feira, 23 de novembro de 2001
atriz enfim.
Um vestido púrpura
Uma luva preta
Um sapato bico fino dourado
Uma meia calça jasmim
Uma tiara de acrílico
Uma maquiagem exagerada
Um batom vermelho
Um esmalte azul
Luzes azuis, vermelhas e verdes
O foco em mim.
Não é sonho mais, estou vivendo e me fazendo feliz
E ainda tenho um camarim para mim.
Flores, aplausos, bombons e champange.
O teatro me faz assim.
Uma luva preta
Um sapato bico fino dourado
Uma meia calça jasmim
Uma tiara de acrílico
Uma maquiagem exagerada
Um batom vermelho
Um esmalte azul
Luzes azuis, vermelhas e verdes
O foco em mim.
Não é sonho mais, estou vivendo e me fazendo feliz
E ainda tenho um camarim para mim.
Flores, aplausos, bombons e champange.
O teatro me faz assim.
segunda-feira, 23 de julho de 2001
Deixa eu viver de arte.
Eu decido agora.
Eu vou dançar o que eu tiver que dançar, até sangrar.
Não vou me negar mais.
Eu vou atuar o que eu tiver que atuar, até suar.
Não vou me negar mais.
Para mim chega.
Eu decido agora por onde caminhar.
Sou bailarina
Sou atriz
E só assim vou viver.
Eu vou dançar o que eu tiver que dançar, até sangrar.
Não vou me negar mais.
Eu vou atuar o que eu tiver que atuar, até suar.
Não vou me negar mais.
Para mim chega.
Eu decido agora por onde caminhar.
Sou bailarina
Sou atriz
E só assim vou viver.
segunda-feira, 9 de abril de 2001
A cura.
Eu sabia que existia a cura
para as minhas doenças.
A doença do corpo, foi medicada
A doença da alma, foi amadurecida
A doença do coração, foi amor próprio.
para as minhas doenças.
A doença do corpo, foi medicada
A doença da alma, foi amadurecida
A doença do coração, foi amor próprio.
sábado, 3 de março de 2001
Quem é você?
Por favor, pare!
Não reconheço mais sua fala
Embaralhada, falsificada.
Por favor, não!
Você foi o primeiro
que me fez suspirar.
Me pegou de jeito
me fez amar.
Sua voz rouca, seus olhos pequenos
Sua infantilidade até
Seus cabelos encaracolados, seus labios quentes
Sua falta de paciência até
As vezes me sinto uma tola
perto de você.
Quem é você?
Por que ages assim?
Volta para mim, amor.
Não reconheço mais sua fala
Embaralhada, falsificada.
Por favor, não!
Você foi o primeiro
que me fez suspirar.
Me pegou de jeito
me fez amar.
Sua voz rouca, seus olhos pequenos
Sua infantilidade até
Seus cabelos encaracolados, seus labios quentes
Sua falta de paciência até
As vezes me sinto uma tola
perto de você.
Quem é você?
Por que ages assim?
Volta para mim, amor.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2001
Esqueça véus e bouquet de rosas.
Olha.
Não sou tão ingenua
E não vejo nenhum motivo nos seus olhos.
Meu corpo não esta pronto.
Talvez nem minha cabeça também.
Meu coração é seu, eu te dei assim que te olhei.
Mas voce podia ter cuidado melhor.
Olha.
Não quero ser sua, nem agora e nem para sempre.
Não me faça ter arrependimento
De todos esses anos que fui sua.
Não sou tão ingenua
E não vejo nenhum motivo nos seus olhos.
Meu corpo não esta pronto.
Talvez nem minha cabeça também.
Meu coração é seu, eu te dei assim que te olhei.
Mas voce podia ter cuidado melhor.
Olha.
Não quero ser sua, nem agora e nem para sempre.
Não me faça ter arrependimento
De todos esses anos que fui sua.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2001
Adeus, A!
Se eu não vivo sua vida
é melhor eu ir embora?
Me deixa aqui sozinha
e não se arrepende?
Quem é você?
é melhor eu ir embora?
Me deixa aqui sozinha
e não se arrepende?
Quem é você?
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